Você está aqui: Página Inicial > Notícias > Aprimorando a Observância Global de PLD/CFT: processo em curso – 28 de outubro de 2011

Notícias

Aprimorando a Observância Global de PLD/CFT: processo em curso – 28 de outubro de 2011

Paris, 28 de outubro de 2011 – Como parte de sua atual análise da observância dos padrões de PLD/CFT, o GAFI identificou até agora, as seguintes jurisdições com deficiências estratégicas de PLD/CFT para as quais foi desenvolvido um plano de ação em parceria com o GAFI. Como a situação difere de uma jurisdição para outra, cada jurisdição apresentou por escrito seu comprometimento político de alto nível para tratar as deficiências identificadas. O GAFI encoraja tais comprometimentos. Várias jurisdições ainda não foram examinadas pelo GAFI. O GAFI continua identificando outras jurisdições que representam risco ao sistema financeiro internacional. Ele já iniciou uma análise preliminar de outras jurisdições como parte deste processo e apresentará suas conclusões no próximo ano. O GAFI e os grupos regionais estilo GAFI (FSRBs) continuarão trabalhando com as jurisdições citadas abaixo e comunicará o seu progresso no tratamento das deficiências identificadas. O GAFI exorta essas jurisdições a concluírem a implementação dos planos de ação de forma eficiente e dentro dos prazos propostos. O GAFI irá monitorar a implementação desses planos de ação e encoraja os seus membros a considerarem as informações apresentadas abaixo.
por publicado: 21/12/2011 00h00 última modificação: 30/07/2015 15h58

Argélia

Em outubro de 2011, a Argélia mostrou comprometimento político de alto nível para trabalhar com o GAFI e com o GAFIMOAN de modo a tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. A Argélia tem trabalhado para melhorar seu regime PLD/CFT. O GAFI identificou, no entanto, que permanecem determinadas deficiências estratégicas de PLD/CFT. A Argélia deverá continuar trabalhando na implementação de seu plano de ação para eliminar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente o financiamento do terrorismo (Recomendações Especiais I e II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear os recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); (3) fortalecendo as medidas de diligência devida ao cliente e garantindo que se apliquem a todas as instituições financeiras (Recomendação 5); (4) estabelecendo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz, principalmente com relação à autonomia operacional da UIF e à autoridade da UIF de requisitar e acessar informações (Recomendação 26); e (5) decretando e implementando uma legislação de assistência jurídica mútua (Recomendação Especial V). o GAFI encoraja a Argélia a tratar as deficiências e a prosseguir com o processo de implementação de seu plano de ação.

Angola

Em junho de 2010, Angola mostrou comprometimento político de alto nível para trabalhar com o GAFI de modo a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, Angola tem trabalhado para tratar suas deficiências estratégicas, inclusive por meio de regulamentações de diligência devida ao cliente junto aos bancos. O GAFI identificou, no entanto, determinadas deficiências estratégicas de prevenção à LD e combate ao FT. A Angola deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para eliminar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente da lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); e (3) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar, rastrear e bloquear os recursos dos terroristas (Recomendação Especial III). O GAFI encoraja Angola a tratar as deficiências remanescentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Antígua e Barbuda

Em fevereiro de 2010, Antígua e Barbados mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e GAFIC com o objetivo de tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, Antígua e Barbados tomou medidas para melhorar seu regime de PLD/CFT, inclusive com inspeções de suas instituições financeiras. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. Antígua e Barbados deverá continuar implementando do seu plano de ação para tratar de tais deficiências, através da: (1) implementação de uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação Especial III) e (2) aprimoramento da estrutura geral de supervisão (Recomendação 23). O GAFI encoraja Antígua e Barbados a tratar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Argentina

Em junho de 2010, a Argentina mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI com o objetivo de tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. A Argentina tem progredido no tratamento de suas deficiências estratégicas, inclusive tratando algumas das preocupações do GAFI com relação às emendas feitas em sua legislação de PLD em junho, e apresentando o projeto de lei ao Congresso Nacional, emitindo um decreto que trata da eficiência das medidas de PLD/CFT, e, por fim, emitindo uma Resolução de UIF melhorando as medidas de diligência devida ao cliente para os setores financeiro e de câmbio. O GAFI identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. A Argentina deverá continuar implementando seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro e identificando e bloqueando recursos de terrorismo (Recomendação 3 e Recomendação Especial III); (3) aumentando a transparência financeira (Recomendação 4); (4) garantindo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz e aperfeiçoando os requerimentos de comunicações de operações atípicas (Recomendação 13, Recomendação Especial IV e Recomendação 26); (5) implementando um programa de supervisão de PLD/CFT adequado para todos os setores financeiros (Recomendações 17, 23 e 29); (6) aprimorando e ampliando as medidas de diligência devida ao cliente (Recomendação 5); e (7) estabelecendo canais apropriados de cooperação internacional e assegurando sua implementação efetiva (Recomendação 36, Recomendação 40 e Recomendação Especial V). O GAFI encoraja a Argentina a tratar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Bangladesh

Em outubro de 2010, Bangladesh mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde junho de 2011, Bagladesh tem tomado medidas para melhorar seu regime PLD/CFT, inclusive com a publicação de notas de orientação de PLD/CFT para o mercado segurador. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. Bangladesh deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (4) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (5) aperfeiçoando os requerimentos de comunicações de operações atípicas (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV) e (6) aperfeiçoando a cooperação internacional (Recomendação 36 e 39 e Recomendação Especial V). O GAFI encoraja Bangladesh a tratar as deficiências existentes e continuar com o processo de implementação de seu plano de ação.

Brunei

Em junho de 2011, Brunei mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Brunei tem tratado suas deficiências estratégicas de PLD/CFT, inclusive com a promulgação da Ordem Anti-Terrorismo em julho de 2011. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. Brunei deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (4) aperfeiçoando os requerimentos de comunicações de operações atípicas (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV); (5) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); e (6) sancionando e implementando leis apropriadas de assistência jurídica mútua (Recomendação 36 e Recomendação Especial V). O GAFI encoraja Brunei a tratar as deficiências existentes e continuar com o processo de implementação de seu plano de ação.

Camboja

Em junho de 2011, o Camboja mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. O GAFI identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. O Camboja deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (4) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26) e (5) aperfeiçoando e implementando controles eficazes para operações transnacionais em espécie (Recomendação Especial IX). O GAFI encoraja o Camboja a tratar as deficiências existentes e continuar com o processo de implementação de seu plano de ação.

Equador

Em junho de 2010, o Equador mostrou grande comprometimento político para trabalhar juntamente com o GAFI e o GAFISUD de maneira a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. O GAFI identificou certas deficiências estratégicas. O Equador deverá continuar trabalhando na implementação de seu plano de ação para tratar essas deficiências: (1) assegurando a criminalização adequada do financiamento to terrorismo (Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementado procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); e (4) reforçando e melhorando a coordenação da supervisão do setor financeiro (Recomendação 23). O GAFI encoraja o Equador a tratar as deficiências existentes e continuar o processo de implementação do seu plano de ação.

Honduras

Em outubro de 2010, Honduras mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o GAFIC no tratamento de suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, Honduras tem feito progresso no sentido de melhorar seu regime PLD/CFT, inclusive adotando legislações que tratam de assuntos relacionados à criminalização do financiamento do terrorismo e do bloqueio de recursos pertencentes a terroristas, e implementando resoluções que têm como objetivo melhorar as medidas de diligência devida ao cliente. O GAFI fará uma visita ao local para se certificar de que o processo de implementação das reformas e ações exigidas está em curso com o objetivo de solucionar as deficiências previamente identificadas.

Quirguistão

Em outubro de 2011, o Quirguistão mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o EAG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. O Quirguistão tem melhorado seu regime de PLD/CFT. O GAFI identificou, no entanto, certas deficiências estratégicas no país. O Quirguistão deverá trabalhar na implementação de seu plano de ação para solucionar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) criando e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação Especial III); (3) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (4) criando medidas de diligência devida ao cliente para todas as instituições financeiras (Recomendação 5); e (5) implementando um programa de supervisão PLD/CFT adequado e eficiente para todos os setores financeiros (Recomendação 23). O GAFI encoraja o Quirguistão a tratar as deficiências e continuar seu processo de implementação de seu plano de ação.

Mongólia

Em junho de 2011, a Mongólia mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. A Mongólia tem tratado suas deficiências estratégicas. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências permanecem. A Mongólia deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (4) estabelecendo requerimentos de comunicações de operações atípicas (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV); (5) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26) e (6) mostrando regulamentação eficaz de prestadoras de serviços financeiros. O GAFI encoraja a Mongólia a tratar as deficiências existentes e continuar com o processo de implementação de seu plano de ação.

Marrocos

Em fevereiro de 2010, o Marrocos mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o MENAFATF de modo a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, o Marrocos fez progressos no seu regime de PLD/CFT, adotando emendas para expandir o âmbito das ofensas de LD e FT; ampliando os requerimentos de diligência devida ao cliente e trabalhando para operacionalizar a UIF. Contudo, o GAFI identificou certas deficiências estratégicas. O Marrocos deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para solucionar tais deficiências, inclusive criminalizando adequadamente o financiamento do terrorismo (Recomendação Especial II).

Namíbia

Em junho de 2011, a Namíbia mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o ESAAMLG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. A Namíbia tem tratado suas deficiências estratégicas, protegendo as informações mantidas na UIF. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências permanecem. A Namíbia deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente o financiamento do terrorismo (Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando um programa de supervisão de PLD/CFT adequado com competências suficientes (Recomendações 23 e 29); (4) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (5) implementando sanções eficazes, proporcionais e dissuasivas para lidar com o não cumprimento dos requerimentos nacionais de PLD/CFT (Recomendação 17) e (6) mostrando regulamentação eficaz das prestadoras de serviços financeiros. O GAFI encoraja a Namíbia a tratar as deficiências existentes e continuar com o processo de implementação de seu plano de ação.

Nepal

Em fevereiro de 2010, o Nepal mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI de forma a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, o Nepal tem feito progresso, aprovando uma Estratégia Nacional de PLD/CFT. Porém, o GAFI identificou determinadas deficiências estratégicas. O Nepal deve tratar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para confiscar os recursos ligados à LD (Recomendação 3); e (4) sancionando e implementando leis de assistência jurídica mútua apropriadas (Recomendação 36). O GAFI encoraja o Nepal a solucionar as deficiências existentes e continuar o processo de implementação do seu plano de ação.

Nicarágua

Em junho de 2011, a Nicarágua mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o GAFIC de forma a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, a Nicarágua tem tratado suas deficiências estratégicas, inclusive criando uma agência responsável pela regulação e supervisão do setor microfinanceiro. Porém, o GAFI identificou determinadas deficiências estratégicas. A Nicarágua deve tratar essas deficiências: (1) estabelecendo medidas eficientes de diligência devida ao cliente e requerimentos adequados de registros (Recomendação 5 e Recomendação 10); (2) estabelecendo a obrigatoriedade de relatórios adequados de comunicações de operações atípicas por LD e FT (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV); (3) implementando um programa de supervisão de PLD/CFT adequado em todos os setores financeiros (Recomendação 23); (4) estabelecendo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26) e (5) estabelecendo procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos dos terroristas (Recomendação Especial III). O GAFI encoraja a Nicarágua a tratar as deficiências restantes e prosseguir com o processo.

Paraguai

Em fevereiro de 2010, o Paraguai mostrou comprometimento político de alto nível para trabalhar em parceria com o GAFI e o GAFISUD para tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde então, o Paraguai fez progressos na melhoria do seu regime contra LD/FT emitindo regulamentações que proíbem contas anônimas. O GAFI fará uma visita ao local para se certificar de que o processo de implementação das reformas e ações exigidas está em curso com o objetivo de solucionar as deficiências previamente identificadas.

Filipinas

Em outubro de 2010, as Filipinas mostraram grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o APG para tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde junho de 2011, as Filipinas tem feito progressos em seu regime de PLD/CFT, com treinamentos nas áreas de supervisão e regulamentação. Porém, o GAFI identificou certas deficiências estratégicas no país. As Filipinas devem continuar trabalhando na implementação de seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) criando e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos de terroristas e recursos relacionados à lavagem de dinheiro (Recomendação Especial III e Recomendação 3); (3) aumentando a transparência financeira (Recomendação 4); e (4) aumentando a cobertura das entidades comunicantes (Recomendações 12 e 16). O GAFI encoraja as Filipinas a tratar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Sudão

Em fevereiro de 2010, o Sudão mostrou grande comprometimento político para trabalhar em parceria com GAFI e o MENAFATF para tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Desde junho de 2011, o Sudão tem tomado medidas para melhorar seu regime de PLD/CFT, melhorando a infraestrutura geral de sua UIF e das medidas de supervisão. O GAFI identificou, no entanto, determinadas deficiências contra LD/FT. O Sudão deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para eliminar essas deficiências: (1) implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação Especial III); (2) garantindo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (3) assegurando que as instituições financeiras estejam cientes e cumpram com as suas obrigações de encaminhar comunicações de operações suspeitas relacionadas à LD e FT (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV) e (4) implementando um programa de supervisão de forma que os supervisores garantam a cumprimento das disposições da nova lei e regulamentos (Recomendação 23). O GAFI encoraja o Sudão a eliminar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Tadjiquistão

Em junho de 2011, o Tadjiquistão mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o Grupo Eurásia (EAG) de forma a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Porém, o GAFI identificou que determinadas deficiências permanecem. O Tadjiquistão deve tratar essas deficiências: (1) criminalizando de forma adequada a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) implementando procedimentos adequados para confiscar recursos ligados a lavagem de dinheiro e identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação 3 e Recomendação Especial III); (3) aumentando a transparência financeira (Recomendação 4); (4) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz e aperfeiçoando os requerimentos de comunicações de operações atípicas (Recomendação 13, Recomendação Especial IV e Recomendação 26); (5) estabelecendo medidas eficientes de diligência devida ao cliente (Recomendação 5). O GAFI encoraja o Tadjiquistão a eliminar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Turcomenistão

Em junho de 2010, o Turcomenistão mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e Grupo Eurásia (EAG) para tratar as suas deficiências estratégicas. Desde junho de 2011, o Turcomenistão fez progressos na melhoria do seu regime de PLD/CFT, estabelecendo legislação para bloquear bens pertencentes a terroristas. No entanto, o GAFI identificou determinadas deficiências estratégicas. O Turcomenistão deverá trabalhar na implementação do seu plano de ação para eliminar tais deficiências: (1) desenvolvendo intercâmbio entre a UIF e os seus homólogos a nível nacional, incluindo as autoridades supervisão, e (2) fortalecendo a cooperação internacional nas áreas de investigação e confisco/repatriamento de fundos. O GAFI encoraja o Turcomenistão a tratar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Trinidad e Tobago

Em fevereiro de 2010, Trinidad e Tobago mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o GAFIC para tratar suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde junho de 2011, Trinidad e Tobago tem feito progresso, completando o processo de registro de empresas listadas e iniciando a supervisão das entidades listadas. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências permanecem. Trinidad e Tobago deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear, sem demora, os bens dos terroristas (Recomendação Especial III); e (2) garantindo uma UIF totalmente operacional e eficaz, com poderes de supervisão (Recomendação 26). O GAFI encoraja Trinidad e Tobago a eliminar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Venezuela

Em outubro de 2010 a Venezuela mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o GAFIC para tratar suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde então, a Venezuela tem feito progresso em seu regime de PLD/CFT, aumentando o grau de independência da UIF e melhorando a regulação dos setores bancário e de valores. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências permanecem. A Venezuela deve continuar trabalhando com o GAFI e com o GAFIC na implementação de seu plano de ação para tratar essas deficiências: (1) criminalizando de forma adequada o financiamento do terrorismo (Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação Especial I e III); (3) assegurar uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (4) estabelecendo medidas adequadas de diligência devida ao cliente para todos os setores (Recomendação 5); e (5) estabelecendo a obrigatoriedade de relatórios adequados de comunicações de operações atípicas por LD e FT (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV). O GAFI encoraja a Venezuela a tratar essas deficiências remanescentes e continuar com a implementação de seu plano de ação.

Vietnã

Em outubro de 2010, o Vietnã mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. O Vietnã deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); (3) tornar pessoas jurídicas sujeitas à responsabilização penal, de acordo com a Recomendação 2 do GAFI, ou mostrar que há um impedimento constitucional contra essa ação; (4) aprimorando a estrutura geral de supervisão (Recomendação 23); (5) aprimorando e ampliando as medidas e requerimentos de diligência devida ao cliente (Recomendação Especial 5, 13 e Recomendação Especial IV); e (6) fortalecendo a cooperação internacional (Recomendações 36 e 40). O GAFI encoraja o Vietnã a tratar as deficiências remanescentes e continuar com o processo de implementação de seu plano de ação.

Iêmen

Em fevereiro de 2010, o Iêmen mostrou comprometimento político de alto nível para trabalhar com o GAFI e o MENAFATF de modo a tratar as suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. Porém, o GAFI identificou determinadas deficiências estratégicas. O Iêmen deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação com o intuito de eliminar essas deficiências: (1) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear os bens dos terroristas (Recomendação Especial III); (2) emitindo orientações/instruções substantivas para as instituições comunicantes relativas às suas obrigações sobre LD e FT (Recomendação 25); (3) desenvolvendo a capacidade de monitoração e supervisão das autoridades de supervisão do setor financeiro e da UIF, para assegurar a conformidade das instituições financeiras para com as suas obrigações de comunicar operações suspeitas, especialmente em relação ao FT (Recomendação 23); e (4) assegurando uma UIF inteiramente operacional e eficaz (Recomendação 26). O GAFI encoraja o Iêmen a eliminar as deficiências restantes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.

Zimbábue

Em junho de 2011, o Zimbábue mostrou grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e com o ESAAMLG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT. O Zimbábue tem tratado suas deficiências estratégicas. Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências permanecem. O Zimbábue deverá continuar implementando do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (4) assegurando que as instituições financeiras estejam cientes e cumpram com as suas obrigações de encaminhar comunicações de operações suspeitas relacionadas à LD e FT (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV); (5) decretar e implementar uma legislação de assistência jurídica mútua (Recomendação Especial V) e (6) implementando a Convenção Internacional das Nações Unidas para a Supressão do Financiamento do Terrorismo de 1999 (Recomendação Especial I). O GAFI encoraja O Zimbábue a eliminar as deficiências existentes e continuar o processo de implementação do plano de ação.

Ucrânia

O GAFI parabeniza a Ucrânia pelo grande progresso em seu regime de PLD/CFT e ressalta que a mesma cumpriu seus compromissos do Plano de Ação quanto às deficiências estratégicas que o GAFI identificou em fevereiro de 2010. Portanto, a Ucrânia não é mais sujeita ao monitoramento do GAFI em seu processo de observância global de PLD/CFT. A Ucrânia se unirá ao MONEYVAL enquanto trata de todos os problemas de PLD/CFT identificados em seu Relatório de Avaliação Mútua, para fortalecer seu regime de PLD/CFT.

Jurisdições que não estão progredindo suficientemente

O GAFI ainda não está satisfeito com o progresso que as seguintes jurisdições fizeram em seu plano de ação em concordância com o GAFI. Os planos de ação mais importantes e/ou a maioria de seus planos de ação não foram tratados. Caso estas jurisdições não tomem medidas suficientes para implementar componentes significantes em seus planos de ação até fevereiro de 2012, o GAFI as classificará como fora de conformidade com os planos de ação combinados e irá além, convocando seus membros a considerarem os riscos que surgem dessas deficiências associadas à jurisdição.

Gana

Apesar do grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o GIABA para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT, o GAFI não está satisfeito com o progresso feito por Gana para implementar seu plano de ação, e certas deficiências estratégicas de PLD/CFT permanecem. Gana deverá trabalhar junto ao GAFI e ao GIABA para implementar seu plano de ação par tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando medidas adequadas de confisco de fundos relacionados a lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (3) estabelecendo medidas adequadas de diligência devida ao cliente (Recomendação 5); (4) estabelecendo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); e (5) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear bens pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III). O GAFI encoraja GANA a tratar as deficiências e continuar o processo de implementação de seu plano de ação.

Indonésia

Apesar do grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e a APG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT, o GAFI não está satisfeito com o progresso feito pela Indonésia para implementar seu plano de ação, e certas deficiências estratégicas de PLD/CFT permanecem. A Indonésia deverá trabalhar junto ao GAFI e à APG para implementar seu plano de ação par tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando medidas adequadas de confisco de fundos relacionados a lavagem de dinheiro (Recomendação Especial III); e (3) modificando e implementando leis ou outros instrumentos para implementar executar a Convenção Internacional das Nações Unidas para a Supressão do Financiamento do Terrorismo (Recomendação Especial I). O GAFI encoraja a Indonésia a tratar as deficiências e continuar o processo de implementação de seu plano de ação.

Paquistão

Apesar do grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e a APG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT, o GAFI não está satisfeito com o progresso feito pelo Paquistão para implementar seu plano de ação, e certas deficiências estratégicas de PLD/CFT permanecem. O Paquistão não deu uma resposta satisfatória para a preocupação do GAFI sobre a não-implementação com relação ao crime de financiamento de terrorismo do Paquistão expressa em junho de 2011, e solicita que o Paquistão demonstre ações específicas nesse sentido. O Paquistão deverá implementar seu plano de ação para tratar essas deficiências: (1) demonstrando criminalização adequada do financiamento do terrorismo e tratando as outras deficiências relativas à criminalização da lavagem de dinheiro (Recomendação Especial II e Recomendação 1); demonstrando procedimentos adequados para identificar, bloquear e confiscar bens pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (3) garantindo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); demonstrando regulação efetiva para prestadoras de serviços financeiros, inclusive com regime de sanções apropriadas, e aumentando o alcance das medidas preventivas contra LD/FT para esses serviços (Recomendação Especial VI); e (5) melhorando e implementando controles efetivos para transações transnacionais em espécie (Recomendação Especial IX). O GAFI encoraja o Paquistão a tratar as deficiências e continuar o processo de implementação de seu plano de ação.

Tanzânia

Apesar do grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e a ESAAMLG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT, o GAFI não está satisfeito com o progresso feito pela Tanzânia para implementar seu plano de ação, e certas deficiências estratégicas de PLD/CFT permanecem. A Tanzânia deverá trabalhar para implementar seu plano de ação e tratar tais deficiências: (1) criminalizando a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear bens pertencentes a terroristas, assim como implementando as RCSNU 1267 e 1373 por meio de leis, regulações e outros instrumentos legais (Recomendação Especial III); (3) estabelecendo medidas adequadas de diligência devida ao cliente (Recomendação 5); (4) estabelecendo requerimentos adequados de registros (Recomendação 10); (5) estabelecendo uma Unidade de Inteligência Financeira nacional totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); e (6) designando autoridades competentes para garantir o cumprimento dos requisitos de PLD/CFT (Recomendação 23). O GAFI encoraja a Tanzânia a tratar as deficiências e continuar o processo de implementação de seu plano de ação.

Tailândia

Apesar do grande comprometimento político para trabalhar com o GAFI e a ESAAMLG para tratar suas deficiências estratégicas de PLD/CFT, o GAFI não está satisfeito com o progresso feito pela Tailância para implementar seu plano de ação, e certas deficiências estratégicas de PLD/CFT permanecem. A Tailância deverá trabalhar para implementar seu plano de ação e tratar tais deficiências: (1) criminalizando o financiamento do terrorismo (Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear bens pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); e (3) fortalecendo a supervisão de LD/FT (Recomendação 23). O GAFI encoraja a Tailândia a tratar as deficiências e continuar o processo de implementação de seu plano de ação.